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Sobre os números e a (in)felicidade 

Eu detesto a matemática. A recíproca é verdadeira. Isso começou lá pela 3ª, 4ª série. A coisa só foi se agravando ao longo do tempo. Meu cérebro simplesmente tem um bloqueio com números. Eu durmo quando vejo problemas e expressões. Literalmente. Se eu tiver que resolver alguma coisa, ou eu surto ou eu caio de sono. Contudo, eu adoraria conseguir calcular tudo direitinho. No segundo grau, eu sentava ao lado de um menino que fazia contas mirabolantes de cabeça. Tenho até hoje um mix de admiração e inveja da capacidade dele.

Mas a questão aqui não é bem essa. Se eu dependesse da minha proeza matemática pra ser feliz, teria que injetar Prozac na veia só pra sobreviver. To falando dos números em si. Tem gente que acha que só vai ser feliz usando roupa tamanho 38. Se colocar 400 ml de silicone. Se tiver um aplique pra deixar o cabelo com 50 centímetros. Esquecem que a forma não é tudo. Há a questão do conteúdo. E esse, é difícil mensurar. 

Ainda sobre números, tem gente que se apega a questão da idade. Mulheres, principalmente. Eu mesma queria ter 10 anos a menos. E quem não quer? Mas a idade cronológica não é tudo. Tem gente com 40 em condições físicas, culturais, intelectuais e outros “ais” bem melhor que gente de 15. E vice versa. Tem gente que acha que não pode se relacionar com alguém 10 anos mais novo ou 12 anos mais velho só por causa dos benditos números. 

Tem gente que vincula a felicidade ao salário. O cara pode ganhar 10 mil por mês e achar pouco pro nível de ostentação que ele deseja. Em compensação, tem gente que se vira nos trinta e consegue até ser feliz recebendo R$ 678,00 por mês. 

O que a gente não entende é que pra ser feliz não é preciso usar 38. Nem ter o corpo esculpido por cirurgiões. Nem ser 10 anos mais novo. Nem se relacionar com alguém na média de idade esperada pela sociedade. Também não é preciso receber 36 mil euros de salário. Pra ser feliz a gente só precisa ter felicidade. ;)



 Escrito por Sara 8:) às 12h28 AM
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