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Teatro municipal: 100 anos. Sara: 100 crédito.

 

Ontem foi a comemoração do Teatro Municipal, aqui no Rio. A frente do prédio está linda, com vitrais e nova pintura. A apresentação do coral foi um desbunde. Dentre as músicas, a Marselhesa e bolero de Ravel. Tirando um tenor e uma soprano (eles têm extensão vocal, treinam muito e tra lá lá lá lá, mas eu não gosto de gente gritando desse jeito), foi um show. Fiquei no apartamento de uns amigos e a dona da casa foi fazer comida lá pra meia noite. Ajudei e fiz o macarrão, totalmente desacreditada pelos presentes, que comeram. Repetiram. Elogiaram. E ficaram surpresos. Ai, ai... Enfim, algumas dicas simples da Ana Maria Brega, que não cozinha lá essas coisas, mas sabe o básico:

 

- Quando fizer macarrão, deixe a água ferver antes de colocar óleo e sal, pq eles retardam a fervura.

 

- Doure a cebola antes do alho, pq ele doura mais rápido e vai queimar se você colocar os dois juntos.

 

- Se usar orégano (delícia!), não jogue direto na panela. Coloque um pouco em uma mão (ambas devem estar secas) e com a outra, macere o orégano. Exemplificando, pra ficar mais fácil: coloque as palmas das mãos pra cima. Ok. Agora encoste as duas. Ok. Agora friccione. Ok. Basta fazer isso com o orégano. Pq? Pra liberar odor e sabor. Faz uma diferença abissal.

 

- Se gostar de mussarela (de acordo com a etiqueta do mercado) ou muçarela (de acordo com um programa de perguntas e respostas do Sílvio Santos), coloque um monte quando o molho já estiver pronto. Espere o queijo derreter todo (mexendo pra misturar bem com o molho) e coloque o macarrão. Delícia.

 

Vocês já devem saber disso aí, mas enfim... A dona da casa falou que eu preciso voltar mais vezes pra cozinhar e uma amiga disse que a outra nunca repete e ela repetiu. E cá entre nós, eu não sei cozinhar. Mas do jeito que as pessoas falam, daqui a pouco falei meu próprio programa de culinária, à lá Larica Total...

 

P.S.: agora fiquei com fome.



 Escrito por Sara 8:) às 4h35 PM
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Chuchu

 

Domingo minha mãe pediu que eu fizesse chuchu. Geralmente faço macarrão, pq segundo ela, eu faço o melhor macarrão lá em casa. Suspeito que ela quer que eu cozinhe e adula para que eu faça. Enfim, descasquei o chuchu e cortei em cubinhos, perguntando mentalmente se não existe uma máquina que deixe os vegetais em cubos. Respondendo mentalmente que se não existe, deveriam inventar. Coloquei o chuchu pra cozinhar com um pouco de manjerona na água só pra dar um cheirinho bom. Fiz o refogado separado. Minha mãe apareceu reclamando. Detesto cozinhar com platéia, pq sempre reclamam. Quando comem sem ver o processo, elogiam. Quando meus pais assistem, é reclamação na certa.

 

Mãe: Sara, você faz o refogado, depois acrescenta o chuchu, o molho e cozinha tudo junto.

Eu: Bem, tá errado, mas já tá feito.

 

De noite, meu pai foi jantar. Não sabia que eu tinha feito o chuchu.

Pai [empolgado]: mas que chuchu gostoso! Parece até chuchu que eu comia no interior!

Mãe: Foi a Sara quem fez. E eu disse que ela fez errado, pq (ela explicou o processo), mas parece que ela está virando uma cozinheira de mão cheia!

 

 

Lição de vida para uma pessoa sem fé em si mesma: tenho que colocar na cabeça que se eu fiz um CHUCHU (a coisa mais sem graça do reino dos vegetais) ficar bom, eu posso fazer quase qualquer coisa.

 

Ou não, claro.



 Escrito por Sara 8:) às 12h20 PM
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Wanderlust

 

Esse é o nome da síndrome que eu tinha, mas não sabia nomear. Quase pirando de tédio em um escritório sem janelas, Wanderlust* ataca novamente. PRECISO viajar. PRECISO conhecer lugares novos. PRECISO conhecer gente nova. A mesmice cansa e me deixa pirada e até deprimida.

 

* De acordo com a Wikipédia: “Wanderlust é uma expressão derivada do alemão: ‘’wandern’’, ‘’a vagar’’, e ‘’Lust’’, ‘’desejo’’. É comumente definido como um forte desejo de viajar, ou de ter um forte desejo de explorar o mundo. Não é somente um simples desejo, é uma sensação que toma todo o corpo e a mente, e em uma seqüência de fatores, incluem-se uma sensação de desconforto nas pernas, nos músculos, e aquele desejo incontrolável de ir, de seguir um rumo qualquer em direção ao desconhecido ou a algum lugar que se vá encontrar algo novo, que é a razão daquele desejo de ir”.



 Escrito por Sara 8:) às 3h16 PM
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Verdades da vida

 

 

Quem usa camisetas atarracadas com as palavras “sexy” ou “chic” escritas em lantejoulas NÃO É sexy nem chique. Geralmente é uma mocréia gorda usando chinelo com adornos plásticos gigantes, de um mau gosto absurdo; com cabelos desgrenhados; unhas com esmaltes escuros descascando; saias de tecidos duvidoso, com estampa de oncinha, zebrinha ou um floral bem chamativo. Ou são mulheres mais ou menos bombadas; sem um pingo de classe, estilo, elegância ou sofisticação; do tipo que têm cara de quem pega sol na laje enquanto ouvem músicas que depreciam o sexo feminino.

 

Pronto, falei.



 Escrito por Sara 8:) às 9h00 AM
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De férias em casa, surtando pra escrever outro artigo

 

Mãe: Fulando deve ter ido dormir feliz. Já levou uns coices hoje.

Eu: coice nenhum!

Pai: Se isso não foi coice, nem quero estar perto quando ela resolver dar um coice. Só o vento vai me derrubar!

 

Mãe: Ela hoje está ligada em 220.

Pai: 220?! 780! É o máximo que pode ser usado. O máximo que eu já vi usar nas indústrias é 440. A Sara é 780.



 Escrito por Sara 8:) às 1h08 AM
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Boy (lendo uma reportagem na internet): ó: inteligência é afrodisíaco, dizem pesquisas.

Eu: Tá. Vê se tem alguém querendo dar pro Stephen Hawking...



 Escrito por Sara 8:) às 12h02 PM
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o_O

 

*Indicação visual*

- Que foi?

*Indicação visual apontando para a mulher de calça caída e calcinha aparecendo*

- Puuuuuutz!  Huahuahuahuahuah!

- Cara, fala sério... Como é que ela sai na rua desse jeito?

- Muito sem noção, meu!

- Demais! E essa calcinha de fora?

- Huahuauhuahua! Deve ser cega, só pode! Meu, muito ridículo!

- Sem noção nenhuma, olha isso. E tá crente que tá pagando de gatinha!

- Affe, não sente que tá com a b*nda e essa calcinha estranha toda de fora?

- Sei lá, sei que eu é que não sairia de casa assim! Eca!

- Cada uma...

- Hahuhauhauhuahuah! [A risada cessa bruscamente] Nossa... Ei, ela é cega!

- Só pode, afinal, para sair assim de casa, TEM QUE ser cega!

- Não, não... Olha a bengala. Ela é MESMO cega!

*choque*

- Mas não tem ninguém acompanhando? Sei lá, ela pode ser cega, mas não sente a b*nda toda de fora? Cegos têm os outros sentidos mais apurados, inclusive o tato!

- Sei lá, meu, sei que a gente tá zoando uma cega!

- Aiiii, agora eu tô com peso na consciência...

- ...

- ...

 

 

Ficamos mal um bom tempo. Estarrecidos. Dica: não saia com a metade das nádegas do lado de fora. Você pode não ver, mas os outros, sim.

o_O



 Escrito por Sara 8:) às 1h17 PM
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Mais que coisa!!!! (sic)

 

É feio o que eu vou digitar agora, mas é a mais pura verdade: quem está fazendo faculdade e troca MAS com MAIS e exclama loucamente assim, ó: (gent!!!!! Que coisa legal!!!! To mt emocionada!!!!!!!!) não tem credibilidade comigo. Não tem.

 

Quem lota o orkut alheio com mensagens de ursos gigantescos tremeluzentes, com frases de auto-ajuda que terminam em “mande pra todo mundo que você ama” não tem um papo interessante.

 

Quem fica com o orkut lotado dessas coisas tremeluzentes que terminam em “mande pra todo mundo que você ama” não concatena os pensamentos muito bem.

 

Quem envia corrente ou piadas em N slides é idiota. Sério. Alguns são especializados em lotar a caixa alheia com slides e correntes e principalmente, correntes feitas em slides de powerpoint.

 

 

Duvidam? Então façam o teste. Achem um ser que troca mas por mais, que exclama loucamente e que manda slides ou scraps idiotinhas e tentem manter um diálogo profícuo.

.

.

.

 

Eu avisei...



 Escrito por Sara 8:) às 1h02 PM
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Ideia. ARGH!

 

Eu detesto a reforma ortográfica. Mas o que me deixa mais frustrada/indignada é o corte do acento na palavra idéia. Esse acento não é um simples acento. Ele representa uma lâmpada, um “plim”, um FINALMENTE TIVE UMA BOA IDÉIA!

A falta de acento tira todo o “fator eureka” da coisa. E o pior: temos que escrever ideia desse jeito sem graça, essa coisa macarrão-sem-molho-sem-sal-sem-tempero-nenhum.

 

¬¬



 Escrito por Sara 8:) às 11h53 AM
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You were there when I needed you

 

No começo da faculdade alguém perguntou minhas notas. Quando eu disse, ele retrucou:

- Parece um cara aí que só tira dez. Em tudo.

- EM TUDO?!

- Em tudo. Inteligente pra caramba...

 

Pensei: se alguém consegue, eu devo tentar. Pq não? De medíocre, já basta minha vida. Desde então, quero tirar a maior nota em todas as matérias. Não por arrogância ou por achar que sou melhor que alguém. Mas cacildas, eu sei o que é se lixar. Na antiga faculdade foi assim. Dessa vez, curto a maioria das coisas que estudo (as teóricas, pelo menos) e quero sim, ter padrão classe A. Enfim, a questão é que esse cara era o melhor aluno da Estácio. Não pelos 10 (uma pessoa não pode ser definida como “boa” só pelas notas), mas por ser bom de forma holística. Culto, inteligente, criativo, engraçado, cdf pacas... E calhou dessa criatura me conhecer um tempo depois. E calhou dele ser Jó - versão ultimate e resolver aturar meus surtos esse semestre. Pq gente, há algo MUITO errado com o mundo. Há algo muito errado com quem deixa pessoas que não escrevem direito darem aulas. Há algo muito errado com alunos que acham que a leitura deve ser vinculada às provas. Há algo muito errado em pagar uma faculdade e nem ir assistir as aulas ou não ligar a mínima. Há algo muito errado e parece que ninguém percebe (bem, vocês percebem, meus caros, mas a maioria está geograficamente distante).

 

Entre uma reclamação e outra, entre um surto e outro, entre um “eu não vou conseguir fazer essa porcaria”, ele estava lá. E sem me dizer “calma” (se quiser me deixar mais nervosa, diga “calma”. Nêmesis total...). Aturou até as esquizofrenias pré-provas. Pq eu fico mucho loca. Dá um branco danado, eu fico agitada, grito... Exemplificando: aí, Fu (apelido carinhoso para Foucault), fala daquela parada... Do panóptico. Aí, tipo, o cara olha e... Pior é que quando estou nesse estado crítico, eu consigo explicar a matéria de forma inteligível para os demais. “Sara, não entendi a matéria. Me explica?”. “Então, sabe aquela parada que ele fala? Então, essa merda serve pra bla bla bla”. “Ahhhh! Agora eu entendi. Fica fácil assim”.

 

To perdendo o foco... A questão é: se eu não surtei completamente (sim, eu surtei um pouco. Exemplos? “professor, sua aula é chata pra kct, a matéria é chata pra caramba, é o ó PENSAR em vir pra cá assistir isso. ARGH”. E: “Qual é o seu método de ensino? Esse negócio de copiar textos mal escritos no quadro não dá certo, professora.”), foi graças a essa criatura, que tentou manter o fiozinho de sanidade que está prestes a partir. E o melhor: não se ofereceu pra fazer os meus trabalhos, sabendo que eu ficaria no mínimo, indignada. Só ficou por perto dizendo “você consegue. Vai dar tudo certo.”

 

Digressões à parte, obrigada. Mesmo.

 

“Agora você vai embora e eu não sei o que fazer. Ninguém me explicou na escola. Ninguém vai me responder.”



 Escrito por Sara 8:) às 11h40 AM
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Gosma (parte 2)

 

Não satisfeita em olhar o site, fui até a loja do Boticário conferir a gosma ao vivo. Não satisfeita em ir sozinha, arrastei meu amigo para externar minhas impressões (não que eu não externe impressões quando estou sozinha, mas o povo acha meio doido quem fala sozinho). Enfim, há uma gosma azul que consegue ser PIOR que a gosma laranja no site/outdoor/etc. E olha que eu gosto da cor azul... Pra piorar, alguns produtos da linha causam repulsa. Mas nem pagando alguém em sã consciência deve ter vontade de usar aquilo... Os translúcidos são bacanudos, passam a idéia de fescor e tals, mas fizeram um creme azul claro que ergh! Não dá pra ter vontade de usar. E um meio preto/meio vinho/meio cor de sangue pisado? O ó. Erraram na mão não só na campanha, mas também na elaboração de alguns produtos. Bora usar Avon, Natura ou outra coisa qualquer e deixar isso aí pro Nimbar*.

 

 

*Nimbar era uma gosma gelatinosa alienígena do seriado trash “Jovens Guerreiros Tatuados de Beverly Hills”, que o SBT exibia. Não achei foto da gelatina que certamente curtiria a publicidade da nova linha do Boticário, mas dá pra ver o Nimbar aqui e ainda conferir os vídeos dessa série cheia de (d)efeitos especiais.



 Escrito por Sara 8:) às 3h45 PM
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Gosma

 

Apesar de estudar publicidade, não estou aficionada em olhar todas as campanhas que rolam por aí. Tão pouco estou apta ainda para produzir peças (não tive aulas de corel e photoshop. Se for professor obtuso desse semestre, to frita!). Porém, algumas coisas são chamativas demais. Não por serem boas, mas por entrarem na categoria quem-criou-essa-m-e-como-o-cliente-aprovou-essa-insanidade?! Coisas que até que nunca estudou NADA de publicidade percebe. Sem brincadeira, olhem aqui e me digam QUEM em sã consciência fica compelido a usar um produto que parece uma gosma. E putz! O site coloca a gosma BORBULHANTE! Deve ser algum tratamento pra Fiona e Shrek. Só pode...



 Escrito por Sara 8:) às 2h35 PM
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